Parou tudo! Alta do vidro! E agora?
- por Gabriel Fabro / edição Redação Jornal do Vidro
- 3 de mar. de 2021
- 2 min de leitura
Atualizado: 4 de mar. de 2021

Imagem: departamento de arte Jornal do Vidro
Na noite do dia 2 de março, o Jornal do Vidro realizou o “Plantão JV-TV” em live no YouTube, a respeito de novas restrições para minimizar a circulação da covid-19, além do debate sobre o novo aumento no valor do vidro. Os convidados da noite foram Lucas Bremm, presidente da Adivipar (Associação dos Distribuidores e Processadores de Vidros do Paraná) e o empresário Marcelo Barreto, da Rede Construvidro em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Barreto, que tem uma distribuidora, ressalta como tem sido as situações para os vidraceiros que precisam entrar em casas e condomínios na sua região, e reforça que as pessoas estão mais acostumadas: “O pessoal tem criado critérios. As pessoas já estão acostumadas e estão respeitando essas regras”. Já o presidente, que também é diretor de uma distribuidora e gerencia outra, reforça a situação e cita os aprendizados: “Eu vejo empresas que estão trabalhando completamente dentro do protocolo e vejo empresas que não levam tão a sério. Eu acredito que a gente está se virando”, “Se o comércio não respirar, não estiver bem, uma hora a gente vai sentir isso”.
Segundo o empresário “Há uma mudança de hábitos’, para o presidente, “Essa adaptação foi fundamental para que o nosso mercado desse uma melhorada em si”, “Na grande maioria, as empresas estão seguindo o protocolo sim. Acho fundamental todas empresas seguirem os protocolos”.
Para Marcelo Barreto: “Quando tem um aumento, nos primeiros dias é muito complicado”, “Depois que passa um período, todo mundo é obrigado a virar. Quando tem aumentos seguidos, atrapalha completamente o nosso mercado”. O presidente reforça sua opinião particular: “Você precisa ter uma bola de cristal para prever quando isso vai acontecer. Fica muito simplista se eu pensar que é só a questão do vidro”, “Sabe que vai aumentar, dá um pouco de prazo para se prepararem”, “Chega em um ponto que ninguém mais sabe do que se trata”. Ainda sobre sua própria visão, ele diz: “O dumping saiu e, uma semana depois, o aumento do vidro”, “O problema é se essa situação que a gente está vivendo agora acaba, se o mercado para de consumir, de construir”.
Para empresário, “Nós temos que incorporar de um jeito ou de outro e fazer acontecer”, e ressalta o que ele falaria aos vidraceiros e serralheiros “Nós temos que nos adaptar as mudanças”. Já Bremm diz: “Nesses momentos, é fundamental que as empresas escolham as suas guerras”.
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