Durante muitos anos, a internet empurrou empresas para dentro das redes sociais.
Parecia um caminho natural. O Instagram crescia sem parar, os vídeos entregavam alcance impressionante, o Facebook ainda mantinha relevância e o TikTok surgiu mudando a forma como as pessoas consumiam conteúdo. Nesse cenário, muita gente passou a acreditar que o site havia perdido importância.
Grão por grão, peça por peça, obra por obra, a coluna vai acumulando o que o mercado raramente contabiliza.
O problema não é só o peso. É o peso fora do ideal
A ergonomia mostra que o risco não depende apenas do número escrito na balança.
1920/1930 — A época da baguete de madeira, da massa e do vidro estirado
Muito antes dos silicones estruturais, das ventosas modernas e dos vidros de controle solar, o vidraceiro trabalhava praticamente na base da experiência, da coragem e da força física.
Nas décadas de 20 e 30, era extremamente comum o uso de baguetes de madeira para fixação dos vidros. Em muitas aplicações residenciais e comerciais, o vidro era preso mecanicamente com madeira antes mesmo da massa de vidra
O vidro temperado não surgiu como avanço estético nem como luxo da construção moderna. Ele surgiu como resposta ao risco. À medida que a humanidade passou a utilizar mais vidro, em mais lugares e com mais pessoas circulando, o material precisou evoluir. O vidro temperado nasce exatamente aí: quando o vidro deixa de ser exceção e passa a fazer parte da vida cotidiana.
Todo ano, no dia 18 de maio, o mercado para por alguns instantes para celebrar o Dia do Vidraceiro.
As homenagens aparecem nas redes sociais, nos grupos de WhatsApp, nas distribuidoras, nas têmperas, nas serralherias, nas vidraçarias e nas obras espalhadas pelo Brasil inteiro.
Mas existe uma pergunta curiosa que quase ninguém consegue responder:
Afinal… de onde surgiu o Dia do Vidraceiro?
Por que a gente acha as gerações mais novas “moles”?
Essa é uma conversa que muita gente evita… mas a gente precisa fazer.
Não é só diferença de idade. É diferença de formação.
A geração X, no geral, foi a primeira que cresceu com uma realidade muito clara:
A gente teve que se virar cedo.
Guerra envolvendo Irã, Estados Unidos e a possível interrupção do Estreito de Ormuz pode provocar aumento imediato de até 35% no preço global do alumínio, afetando diretamente o mercado de perfis, vidro e esquadrias no Brasil. Navio de bandeira tailandesa atacado no Estreito de Ormuz – foto: Marinha da Tailândia/AFP O que uma guerra no Oriente Médio tem a ver com o preço do perfil de alumínio que chega à obra no Brasil? Muito mais do que parece. A escalada de tensão entre Irã